No Caminho
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No Caminho

Sinopse

A história do Caminho de Santiago perde-se nos tempos. O que levará tantos peregrinos a percorrer a pé, de bicicleta ou a cavalo os milhares de quilómetros traçados por vários trilhos que conduzem ao famoso Santuário? Serão apenas motivações religiosas ou haverá algo mais por detrás deste fenómeno?
Num discurso intimista e espontâneo, mas simultaneamente descontraído e salpicado de humor, Joana Picado relata-nos o que significou caminhar sozinha durante 15 dias, por um percurso de 310 Km, apenas com uma mochila de 6 Kg às costas. Seguindo uma forma mais ou menos cronológica, a autora descreve-nos o seu dia-a-dia num ambiente mágico e diferente, compartilhado com os peregrinos com quem cruzando confidências e relatos na primeira pessoa.
E se, na verdade, cada um caminha a seu ritmo e num tempo propício ao isolamento e à meditação, ocorrem também momentos de descontração e de partilha que ajudam a criar novos laços de amizade, por vezes inesperados. Foi o que aconteceu com três dos peregrinos com quem Joana no início não cria empatia, mas que mais tarde se vêm a revelar imprescindíveis.
Ao longo das páginas e da caminhada, aqui e ali, algumas surpresas próprias de uma aventura como esta irão surpreender o leitor.
Além do mais, “No Caminho, Uma experiência na primeira pessoa”, revelar-se-á uma espécie de manual de sobrevivência onde não faltam informações preciosas sobre as dificuldades que vão surgindo ao longo da viagem e o modo de as superar.


Sempre admirei pessoas aventureiras. Que deixam o medo e a insegurança para trás e se entregam a novos desafios. Que trocam o conforto pelo imprevisível, o seguro pelo incerto. Admiro a coragem da Joana Picado em viajar sozinha. E esta não foi uma viagem qualquer. Foi um longo caminho com um objetivo bem definido e que envolveu dúvidas, incertezas, imprevistos. Este testemunho na primeira pessoa remete-nos para uma aventura real e em nada ficcionada. Dei por mim a imaginar-me no lugar da Joana, eu que me conheço como sendo pouco aventureira. E de repente estava, mentalmente, naquele cenário a caminhar com ela. Qualquer pessoa pode ler este livro. Deve fazê-lo. Para perceber que é possível superarmo-nos e que não há de facto impossíveis. A Joana caminhou ao seu ritmo e passo a passo concretizou o seu desejo. Mas a riqueza desta viagem estará na sua memória, nos ensinamentos que retirou e na aventura ímpar que vivenciou.
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Cláudia Pinto, jornalista

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