Minas do Pejão - Memórias
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Minas do Pejão - Memórias

Sinopse

O fim da Revista-Mensário “O Pejão”

Nas páginas do Jornal “O Pejão” fez-se um autêntico rol de Memórias, sobretudo da actividade mineira da ECD, Lda e dos seus trabalhadores, enquanto perdurou a sua edição.

Com a publicação conjunta dos números de “O Pejão”, 174 e 175 - Julho e Agosto de 1963, num único Mensário, deu-se por terminado o ciclo de publicações deste jornal mineiro que tivera o seu início em Outubro de 1948, com a edição do seu número UM.

Terminou, assim, ao fim de 15 anos, sem que para tal tivesse sido dada uma explicação plausível nos seus últimos números, sobre a não continuidade da transmissão escrita e a publicação de imagens de factos e acontecimentos da maior relevância da vida da ECD e do seu pessoal e afins.

Deixamos de ver escrito o quotidiano das coisas novas, de tudo aquilo que a Empresa ia fazendo como novidade e cada vez melhor, da vivência dos seus trabalhadores e, até, em parte, da vida do concelho. Deixamos de ler as páginas com conteúdos que nos eram dados a conhecer do saber mineiro, do saber fazer no interior e no exterior das minas, da cultura da Empresa, da aprendizagem e do conhecimento adquiridos, do motivo da aplicação e instalação de novos equipamentos, do modo de funcionamento da Empresa, no seu todo, que regularmente era transmitido ao pessoal e aos leitores do Mensário, em cada mês, em cada número, em cada ano, em cada publicação.

Terminou com ele, também, a possibilidade de se dar continuidade à feitura integral, ao registo das diversas fases da vida da empresa, que constituía prática corrente do jornal, em cada número, em cada momento, transmitindo aos leitores, de forma empolgante, a descrição da história das Minas do Pejão.

Daí em diante, as Memórias mais frescas ficaram incompreensivelmente escondidas nos recônditos das minas e dos poços, nas galeria e travessas, nos escombros das estruturas edificadas com tanto zelo e carinho por parte da E.C.D., nas gavetas da memória de alguns trabalhadores e de todo um povo descendente dessas famílias de mineiros que mergulhou na mesma escuridão em que veio a cair, a Empresa Carbonífera do Douro, SARL, após o seu encerramento no fim do ano de 1994.

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