Delirium Litterarium
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Delirium Litterarium

Sinopse

Ramiro nasceu no Funchal e vive em Braga. Após alguns episódios de incompetência profissional e pouca sanidade mental, é aposentado compulsivamente da universidade onde, a contragosto, ensinava (e fingia que investigava) sociologia. Já na meia-idade, finalmente pode fazer o que sonhava: ir para casa ler a grande literatura que tinha deixado para trás no exercício de uma profissão medíocre. Passa a dormir na sua biblioteca. Vive sozinho. A rotina dos dias resume-se a ler e a beber. Entra nos livros, sai do juízo. Cada circunstância da sua vida é chancelada com um romance, um poema, etc. Perambula pela casa citando de cor excertos vários, breves uns, mais longos outros. Das poucas vezes em que sai, fá-lo por impulso literário, provocando consequências desastrosas. Chega a confundir-se, e aos outros, com personagens lidas. Na sesta acontece-lhe o mesmo; fala com escritores ou heterónimos de escritores.


Os quatro dias narrados no livro acompanham Ramiro na leitura do Quixote. Apaixona-se pela obra, mas é-lhe um desgosto que o fidalgo da Mancha tenha morrido na cama, lúcido e a renegar a literatura com a ameaça de deserdar a sobrinha. No último dia da história, Ramiro não morre, não fica lúcido (antes pelo contrário) e homenageia a literatura através do esboço de testamento que declara à família.

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