Ricardo Nobre

Joaquim Marques / Ricardo Nobre, nasceu em 1963, no Paúl – Covilhã, sendo o mais novo de 3 irmão,  tendo, no entanto, com pouco mais de um ano de idade vindo morar para Sintra.

Por esse motivo as suas raízes e de onde se sente filho são Sintra.

Aos 20 anos descobriu o valor da escrita, para exprimir os seus sentimentos.

Carateriza-se pelo seu pensamento obsessivo, nostálgico e repetitivo.

O Amor, ou a procura dele, é seu principal e quase único interesse.

Surgiu quando a “sua” vida enfrentou “mudanças” radicais (Um primeiro Amor não correspondido, um Amor de quase 20 anos e dois divórcios).

Inconstante, balança entre o Sol e a Lua, entre a felicidade e o desânimo, a euforia e a letargia, o entusiasmo e a rotina.

Não admira que se reconheça em três símbolos unidos e que mandou tatuar na sua omoplata e mais recentemente no braço: o Centauro – símbolo astral do Sagitário, com o Sol e a Lua a envolve-lo.

A sua propensão para o sonho, leva-o a sofrer bastante quando as coisas não correm como anseia.

Pelo mesmo motivo, está constantemente envolvido em projetos, que nunca consegue levar ao seu termo.

Educado na religião católica apostólica romana, coloca agora em questão todos os dogmas que outrora aceitou.

Sente-se, bastas vezes, deslocado deste mundo onde habita, situação que o conduz à luta contra tudo e contra todos, em que geralmente sai derrotado.

Além da escrita, gosta de fotografia, sendo um particular amante do graffiti e da street art.

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