Natércia Simões

 Natércia Simões nasceu a 25 de outubro de 1977 na cidade de Coimbra. Viveu, até aos 13 anos em Entre-Valas, pequeno lugar da freguesia de Figueiró do Campo, concelho de Soure, tendo-se mudado dois anos mais tarde, devido à morte precoce e trágica de sua mãe,  aos 33 anos,  para o concelho da Figueira da Foz.Desde a adolescência que passou a traduzir em palavras os seus pensamentos dispersos, as suas emoções, sentimentos mais intensos, que vivem há muito pendurados à janela do “andar mais alto da mais alta torre da sua majestosa mansão”, à espera de serem libertados, de calcorrearem o mundo, porque “a vida é curta a vida”.É licenciada em Comunicação pelo Instituto Superior de Ciências da Informação e Administração – Aveiro, vive e trabalha no concelho da Figueira da Foz. É mãe de um pequeno reizinho, D. Afonso I, e único. Adora ler, escrever, ouvir música, de jogar à bola na rua com e como os miúdos e, principalmente, CRIAR. Considera-se por natureza uma idiota, pois a sua mente é um verdadeiro formigueiro cheio de ideias “formiguejantes” “todas a formiguejar, num verdadeiro formigamento”.Em 2012, participou no 1º Encontro de Jovens Criadores da Figueira da Foz (5 a 7 de outubro), na categoria de poesia, com dois poemas, bem como na exposição colectiva decorrente do evento, a qual esteve patente no Museu Municipal Santos Rocha, de 5 de outubro a 31 de dezembro.Em 2013, concorreu ao III Concurso “Poesia na Biblioteca”, promovido pela Câmara Municipal de Condeixa-a-Nova, tendo-lhe sido atribuído o 2º Prémio.A sua vida parece estar a ficar finalmente mais completa. Plantou uma árvore, várias até, embora nem todas tenham vingado! Mas, de algumas já colheu frutos; teve um filho muito desejado, que se fez esperar e chegou inesperadamente, quando a esperança já tinha apartado de si; escreveu um livro, anseio secreto, finalmente concretizado, nestes “Pensamentos Dispersos”.

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