Najmá Sacoor Saiyad

Nasci em Moçambique, Vila de Inhambane, em 14/02/47.
A minha infância foi partilhada com a família de sangue mas mais tempo passava na palhota da Fatty (ama/empregada) que complementou o apoio até cerca dos doze anos.
Estudei num colégio de freiras, em Inhambane ... e aos 15 anos embarco de avião para o Porto com a minha mana para realizar o sonho de querer ser como o Dr. Shwitezar.
Licenciei-me em medicina, pela FMP.

Conheci diversas facetas de conceito espiritual, desde os Mestres Jesuítas à Opus Dei, tendo conseguido acumular Valores e Conceitos que me ajudam na gestão da Vida Presente.
Paralelamente à medicina, alguns genes do Pai falaram mais alto, e fui sendo empresária (Restaurante Psi, Lisboa) com algum sucesso e criando dois filhos,  que me diziam :

- Mãezinha tens jeito para escrever, as tuas cartas comprovam-o...Vá, começa Mãe!

Esta obra nasce num momento muito especial e marcante:
Eis que estando envolvida nas minhas pinturas(mandalas)oiço de rompante que a Princesa Diana teve um acidente fatal.
Fiquei atónita! Sem saber o que fazer... sentir... comentar... nada me ocorreu senão pegar numa resma de papel, uma valente caneta e assim começou a fluir algo que eu mesma não consegui descodificar.

Exausta! Um pouco acanhada partilhei com amigos do coração, Agripina e António Ramos Rosa, que lendo o manuscrito comentaram que a Matilde Rosa Araújo havia de gostar do texto.

EtVoilá! 

“Eu não te vou agradecer pelo conforto material com que me agraciaste.
Apenas peço a Deus que Te respeitem por onde quer que cruzes com alguém!”
Da Fatty para mim… de mim para todos vós!

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