Jair Alves Rosa
Nasceu em Santos, cidade do litoral paulista em 1946. Descendente de imigrantes portugueses que lá aportaram no início do século passado e por lá se fixaram por décadas.
A partir dos anos 1950 vários ramos da família espalharam-se pelo interior do Estado no auge da cultura do café. Seus pais optaram por fixarem-se definitivamente na Cidade de São Paulo, onde reside até hoje. Teve sua infância e adolescência marcada pelos relatos incríveis de aparecimentos de discos voa-dores ou “óvnis” como ficaram conhecidos. Esse era o assunto principal entre os amigos de adolescência que cresceram em meio aos robôs de Arthur Clarke, Isaac Asimov, Ray Bradbury e outros. Era uma literatura do futuro povoada de espaçonaves, foguetes, naves espaciais, tudo isso culminando com o pouso do homem na Lua no final dos anos 60. A partir daí, seu interesse por histórias de ficção científica só aumentou.
Em meio à sua formação colegial foi convocado para, como se dizia na época, “servir o governo”. Incorporou na Força Aérea Brasileira FAB, onde serviu justamente numa época de conflito, com a revolução de 1964, quando se implantou no Brasil, uma ditadura militar.
Prestou serviços entre o primeiro e segundo anos do regime, o que lhe proporcionou experiências incríveis e mudou para sempre a sua visão e suas convicções politicas.
Desmobilizado do serviço, amadurecido, casou-se com a primeira e única namorada, até hoje.
Foi bancário, securitário e exerceu gerências comerciais em outras empresas, até aposentar-se, quando então, com mais tempo disponível, passou a fazer o que sempre gostou, escrever histórias de ficção.
Escreveu várias:
Endereços Perdidos
Loteria
O Monolito
A Ponte para as Estrelas
Sem Palavras
O Presente de Alice
Pandemia
Entre outras, para deleite dos familiares e amigos. Nunca se preocupou em editar suas histó-rias. Até agora, quando por insistência dos filhos, faz sua primeira experiência através da Chiado Editora.