Isaac Jaló
Isaac Jaló nasceu no dia 1 de Outubro de 1996, na capital lusa. Identifica-se como um indivíduo que, através da arte, tenta advogar em prol de um mundo melhor. Eterno aspirante a futebolista profissional, trocou as chuteiras pela caneta e encontrounela um refúgio maior do que aquele que os goleadores encontram no fundo das redes.
Aos treze anos de idade, este miúdo discreto da Amadora dá início aos primeiros rabiscos intencionais e, a partir daí, desenvolve no papel o mesmo prazer que sentia nos campos de jogo. Três anos depois dos primeiros toques, numa sala de conferências de um hotel muito próximo à sala de partos onde nasceu o filho de imigrantes guineenses, nasce também a carreira literária desse miúdo, com a publicação de um livro de poesia intitulado “Alma Perdida”. Apesar de não ter levado avante o sonho de ser craque da bola, aprendeu a conjugar as duas paixões e passa a escrever, a título voluntário, para uma rubrica no jornal Record, onde aborda diversas temáticas relacionadas com o universo futebolístico. Conta também com colaborações em publicações independentes, nomeadamente no “Orpheu 3” de André Di Santo.
Fez a sua formação na InternationalSchoolof Palmela, comumente conhecido como Colégio Islâmico, onde não só desenvolveu as mais variadas competências em diferentes áreas, como obteve a oportunidade de aplicá-las em projetos de iniciativa pessoal e comunitária.
Sujeito imperfeito, opta por aplicar resultados de vivência e matérias do interior pessoal no interior das suas obras. Pronuncia-se como amante incondicional de arte, das ciências humanas e experiências. Resume-se pela definição de ser um mero fazedor de erros e eterno aprendiz dos mesmos.