Eduardo Águaboa

Nascido em Lisboa, em cujo ano não há memória, deu-lhe para o jornalismo - onde tentou tirar o sono a Portugal, ao Canadá, aos Eua e a França através de artigos de opinião - e mais tarde deu-lhe para se pôr a escrever livros. Mentira Sincera; Camas Por Fazer; Sou Todo Meu; Taras de Lisboa; Vieste P@ara Ser o Meu Livro (com Rita Marrafa de Carvalho); Folie A Deux (também com Rita Marrafa de Carvalho). Coordenou, com Luís Castro, 79 jornalistas para a Obra Curtas Letragens e com outros 58, as Histórias Sem aquele Era Uma Vez, ambas com fins sociais. Fez assessoria comunicacional e política no Ministério dos Negócios Estrangeiros nos governos liderados por António Guterres e por José Sócrates. Pelo rústico, por histórico e não tanto pelo paladar, come cozido à portuguesa aos domingos. É fino! Como passatempo faz estátuas com queijo fresco. E gosta de gritar à namorada que não tem, para se render, quando está quase a chegar ao orgasmo. Sobre as Taras de Luanda, sequência das de Lisboa, diz: Sempre tive Luanda atravessada nos olhos, deitadinha na alma, docemente instalada, a morfar moamba e a beber vinho no meu coração. Passei por aqui na minha meninice, onde me atulhei de momentos inesquecíveis e passei a vida a espreitar pelos buracos das palavras, em farras, e nas noites em branco que conspiravam a meu favor. Os bons tempos nunca me pareceram tão bons, nem tão tarados, como em Luanda. Então, com o magnifico escritor LUÍS FERNANDO e não menos magnifico ser humano, assim como todos quantos participam neste livro, alicerçados no «colo» do Mestre Jacques, decidimos meter mãos à Obra, e divertirmo-nos «seriamente» a escrever sobre esta Luanda, sobre a qual tanto nos apetece falar que só com beijos nos tapam a boca. 

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