Ed. B. Silverman

Edward nasceu e viveu numa zona onde via toda a actividade exterior da Universidade de Dayton (Ohio) e, desde pequeno, se habituou a admirar os alunos a entrar e a sair dos edifícios da Universidade. Foi estudando e crescendo com eles no ambiente calmo de sua casa e de uns pais, professores primários, que o estimulavam a estudar e a pensar. Era a sua sequência natural: estudar e ir para a Universidade, como todos os outros jovens. E foi naturalmente crescendo, alimentando o desejo de ali ser aluno e de se guindar a professor, com uma pasta preta e um rosto sério, padrão que vivia da janela do seu quarto. E foi, na verdade, um óptimo aluno, ganhando bolsas de estudo todos os anos. Convidado a segundo professor da cadeira de Antropologia, aceitou com entusiasmo. E era ele que usava agora a pasta preta e um ar concentrado e sério. Após duas remodelações orgânicas na Universidade, torna-se o professor da cadeira e estabiliza a sua vida íntima que andava um pouco atribulada. Jovem bem apessoado, professor catedrático aos 39 anos, a sua vida amorosa era um turbilhão de sentimentos contraditórios, pondo, porém, acima de tudo, o ângulo do ensino.

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