Dray Duke

Alfacinha de nascença.
Lisboeta de criação.
Benfiquista de coração. Ciné-filho de paixão.
Os livros sempre rivalizaram com retouças loucas e futeboladas roucas em qualquer terreno e até às tantas.

Escreve desde os dez graças à Maria Helena e à Sophia. Diários de viagem, contos, argumentos e guiões, SMS, mensagens & epístolas electrónicas, cartas em cursivo, ensaios, recensões de cinema e música e um ror de Poesia ocupam-lhe canetas, papéis e ecrãs, exortando todosos seus dedos.
Múltiplas superfícies: costas de mac, notas no telemóvel, versos de facturas e bilhetes com versos, em caderninhos ou guardanapitos.

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