Carla Furtado Ribeiro

 Carla Alexandra Dias Furtado Ribeiro nasceu a 13 de Junho de 1977, em Coimbra.Licenciou-se em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra, em 2000, tendo frequentado pós-graduação em Direito de Empresas pela mesma Universidade.Exerce Advocacia desde 2002, após conclusão do Estágio, que repartiu entre o Conselho Distrital do Porto da ordem dos Advogados (Fase teórica) e o Conselho Distrital de Coimbra da Ordem dos Advogados (Fase prática).Exerceu funções de Consultoria Jurídica Laboral e Comercial na Associação Industrial de Águeda – Aveiro; bem como, ter ministrado aulas de formação de Direito laboral e Empresarial; Ética e Deontologia profissional.Frequentou, durante dois anos, o Curso de Canto Lírico e Formação Musical no Conservatório Regional de Coimbra.Desde 2005, tem publicado os seus poemas no blogue da sua autoria «Imitação da Vida»; no sítio da internet «As Tormentas» dedicado à poesia e, finalmente, na «Antologia de Poesia Contemporânea» da Chiado Editora, Vol. I e Vol. III.O seu primeiro poema foi escrito quando tinha 13 anos e intitulava-se «Arte».Como poetisa, busca na arte poética o aperfeiçoamento subjectivo da vida e a compreensão de si própria, sendo que, a música se funde, por vezes, com a poesia, dando-se o milagre de eurítmicas composições ao som de guitarra, sua companheira de harmonias e dissonâncias. O Livro de Poesia “Em Silêncio”, é a sua obra inaugural.O título dado à estampa - “Em Silêncio” – pretende remeter para um silêncio de timbre editativo, que é um meio e não um fim em si próprio. Um silêncio em cujo seio é possível cultivar-se talentos, e medir-se-lhes a força e a profundidade. Um silêncio de onde brotam, afinal, senão todas as palavras, pelo menos aquelas que a autora considera as essenciais. Um silêncio criativo no qual se aperfeiçoa a arte que se deseja manifestar, e que não é a ausência de nada, mas, antes, a presença de tudo quanto de belo se possa admirar, cultivar e expressar. Finalmente é, também, um silêncio Habitado pelo que de mais elevado nos inspira e a que poderemos chamar Deus, Amor ou, simplesmente… Silêncio. “Da mais alta janela de minha casaCom um lenço branco digo adeusAos meus versosQue partem para a humanidade” .  

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