Alfredo Portugal da Silveira

Alfredo Portugal da Silveira nasceu em Setúbal no ano de 1951, no dia 08 de
Outubro. Viveu com entusiasmo os anos 60, participando em grupos musicais e vivendo no sonho de um dia ver os
Beatles, os Rolling Stones e todos os mara-
vilhosos que chutaram para a frente a bola do mundo que pulou e avançou, como diz o poeta.

Sentiu na pele o apogeu da ditadura.

É casado, pai de duas filhas e avó babado de um neto.

Esteve no serviço militar na Guiné/Bissau.

A sua prática e gosto pela literatura vêm de todo o sempre, com participações em jornais locais e nacionais, e ainda
na rádio. A sua grande paixão é, porém, o teatro, que já o levou também ao brasil, destacando A GOVERNANTA, última peça representada pelo actor Carlos César.

 

A paixão pelo teatro abriu-lhe outros horizontes, onde foi apoiado por grandes nomes do teatro, Carlos Paulo, Joaquim Benite, João Mota, Maria do Céu Guerra entre outros. Vem a propósito ao falar de  Maria do Céu Guerra, recordar que a actriz, depois de ler um capítulo deste livro, Mariana Perneta, ainda o pensou representar. Mas, claro está, que a atriz achou o texto muito perto da Maria Parda de Gil Vicente. Acabou por recusar a ideia de o interpretar para não “matar” um dos seus cartões-de-visita ao lançar--se numa aventura semelhante. Mas a carta que enviou ao autor é sem dúvida alguma, motivo de conforto e até mesmo de incentivo, motivando-o a escrever esta obra, que ora é colocada à consideração do leitor.

 

Alfredo Portugal da Silveira aposta agora num romance histórico: depois de passar pela experiência da escrita de um policial, A Pasta, e um outro romance sobre a cidade de Setúbal, A Traineira, resolve entrar pelos caminhos nublosos da nossa história.

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